Como funciona o exame de aptidão psicológica em concursos públicos

exame aptidão psicológica
Como funciona o exame de aptidão psicológica em concursos públicos
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O exame de aptidão psicológica é comum em processos seletivos para concursos públicos na área de segurança, tribunais e outras funções que exigem equilíbrio emocional. Caso o candidato não obtenha um bom resultado nesse teste, ele deixa de concorrer à vaga mesmo se for aprovado em todas as outras etapas do concurso.

 

Perfil do cargo
perfil da vaga

Primeiramente, o candidato deve analisar no edital qual o perfil psicológico exigido pelo cargo e avaliar se ele se encaixa em tais características. A reprovação no exame de aptidão psicológica não significa que o candidato é incapaz para exercer a função, mas que ele não atendeu aos requisitos exigidos para o cargo.

 

Um cargo de policial, por exemplo, exerce uma função pública portando arma de fogo, então ele não deve ser agressivo e nem impulsivo. Caso o examinador classifique o nível de agressividade acima do limite determinado, o candidato é considerado inadequado para o cargo. Já um motorista deve ter atenção e concentração, e também não pode ser agressivo.

 

Uma outra característica analisada é a resistência à frustração. Alguns cargos exigem que o funcionário trabalhe em ambientes muito frios ou quentes e barulhentos. Por isso, exige-se estabilidade emocional para essas funções.

 

Os exames são diferentes de um concurso para outro e avaliam a personalidade e as habilidades do indivíduo de forma abrangente. Entre as características de personalidade analisadas estão: inteligência, flexibilidade, estabilidade emocional, capacidade de concentração, memória e atenção.

 

Execução do teste

 

Os exames de avaliação psicológica são realizados por equipes de psicólogos especializados, contratados pelas organizadoras dos concursos.

 

Os psicólogos possuem autonomia para realizar o processo seletivo desde a escolha do teste até a aplicação, mas só podem ser usados testes psicológicos aprovados pelo Conselho Federal de Psicologia que tem o papel de assessorar as organizadoras para tornar os testes menos vulneráveis a críticas e a recursos dos candidatos.

 

Se o edital não especificar de maneira clara o objetivoas condições da avaliação e as características psicológicas exigidas para o cargo, o candidato reprovado poderá entrar com recurso.

 

Para o teste de inteligência podem ser aplicados exercícios de raciocínio, numéricos, verbais, indutivos, dedutivos, mecânicos e abstratos. Já os de personalidade analisam traços e características do candidato.

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