Polêmica nos tribunais: os casos jurídicos mais surpreendentes do Brasil

POLÊMICA NOS TRIBUNAIS
Polêmica nos tribunais: os casos jurídicos mais surpreendentes do Brasil
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Para quem acredita que as polêmicas nos tribunais acontecem apenas nos filmes e séries de TV, está muito enganado! Na vida real tem muito caso jurídico surpreendente e que daria um ótimo roteiro. O Brasil já foi palco de muitos desses casos jurídicos surpreendentes, veja alguns que marcaram história por ser tão inusitado… aliás: absurdo.

 

Bate meta ou paga “mico”

A loja de roupas Pompéia, localizada no Rio Grande do Sul, teve de lidar com um processo movido por uma funcionária. Alegando que a empresa colocava a equipe de funcionários em situações constrangedoras quando não cumpriam metas, a moça foi indenizada em R$ 15 mil. Dentre as punições por não bater metas, estava imitar gestos e sons de animais, como o cacarejar de uma galinha.

 

Bandeirinha do ‘xixi’

A empresa de telecomunicações brasileira Sky, precisou indenizar um de seus funcionários em R$ 10 mil, no ano de 2013. O indenizado alegou que a empresa não dava liberdade aos colaboradores do atendimento nem ao menos para irem ao banheiro, instituindo regras até para esse momento natural. O banheiro só estaria liberado para uso quando o gerente levantasse uma bandeira, o que declarava que o número de clientes em linha estava controlado; sem a bandeira, não era permitido ir ao banheiro, segundo testemunhas.

 

Sinceridade ganha

Ainda na rede de telecomunicações, uma funcionária da loja Vivo no Rio Grande do Sul se recusou a dizer ao cliente que o sistema estava fora do ar – já que isso não era verdade. O resultado da sinceridade foi a demissão da moça, alguns dias depois. Como foi demitida injustamente por fazer o certo, um processo judicial foi iniciado, e o resultado foi que a empresa teve de pagar R$ 50 mil a funcionária sincera.

 

Caso River Jungle

Os Tarianos fazem parte de um dos grupos indígenas, que estão localizados no Noroeste do Amazonas. Para trazer uma experiência diferenciada aos visitantes, o resort River Jungle, que também fica localizado no estado, “contratava” alguns representantes do grupo indígena, incluindo crianças. No entanto, o salário era apenas de R$100 (rateado entre todos os adultos participantes), e era oferecido restos de comida como alimentação; eles não podiam circular pelo local e tão pouco falar em português. O evento ocorreu entre os anos de 1998 e 2003, e gerou reparação judicial de R$ 250 mil.

 

Molho adulterado

Alimento é “coisa sagrada” e precisa ser oferecido com muito cuidado e higiene, mas nem sempre é assim que acontece. No Rio Grande do Sul, em 2008, uma mulher abriu um processo judicial polêmico para amenizar a repulsa que sentiu ao comprar uma lata de molho de tomate que estava com uma camisinha dentro. A empresa foi processada em R$ 10 mil, mas não se sabe ao certo se a moça voltou a comer macarrão com molho de tomate depois do ocorrido.

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